->25 ANOS DE ENCONTROS 18:Aderbal Freire Filho e o Centro de Desconstrução

O ano era 1991. O Galpão acabara de estreiar “Álbum de família”,de Nelson Rodrigues, com direçãoo de Eid Ribeiro. O espetáculo representava uma guinada na nossa trajetória. Um grupo que era conhecido pelo teatro de rua, com predominância absoluta de comédias, se lançava no risco de enfrentar a mais escura das tragédias de Nelson Rodrigues. […]

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->25 ANOS DE ENCONTROS 17:O FIGURINO

O Galpão começou com uma mala de figurinos. Literalmente. Depois que nos reunimos numa mesa de botequim e celebramos com um brinde de copos “lagoinha”, num bar da rua Guajajaras, no centro de Belo Horizonte, nossa fundação e compromisso com a criação de um grupo, marcamos um primeiro encontro para o dia seguinte. O local […]

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->25 ANOS DE ENCONTROS: PAULINHO POLIKA E OS ANOS HERÓICOS

Internamente no Galpão, costumamos nos referir aos primeiros anos de existência do grupo, ou mais precisamente no período cronológico entre 1982 e 1992, como os anos de resistência heróica, em que os atores do Galpão tiveram de enfrentar todas as dificuldades possíveis e imagináveis, tanto de ordem financeira como estrutural.   É claro que a […]

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->25 anos de encontros: Paulo de Moraes

25 ANOS DE ENCONTROS 18 : PAULO DE MORAES  A primeira vez que vimos o Grupo Armazém foi em meados da década de oitenta, se a memória não me trai, em 1986, em São Paulo, quando rodávamos com a “Comédia da Esposa Muda” por algumas praças da cidade, e fomos assistir ao espetáculo “ A […]

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->25 anos de encontros:Ariel Genovese e a commédia dellarte

25 ANOS DE ENCONTROS :   ARIEL GENOVESE E AS MÁSCARAS DA COMMÉDIA DELL ARTE  Depois de duas criações próprias (“E a Noiva não quer Casar…”e “ Ó Prô Ce Vê na Ponta do Pé” ) e a montagem de um texto infantil de autoria de João Vianney ( “De Olhos Fechados”), o Galpão pensava em […]

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->25 ANOS DE ENCONTROS 16:O PATROCINADOR

Quando resolvemos fundar um grupo de teatro que levasse adiante o trabalho aprendido e desenvolvido com o ator Kurt Bildstein e o diretor George Froscher, ambos da companhia”Teatro Livre de Munique”, da Alemanha, tínhamos em mente também lutar para a criação de uma estrutura de trabalho que nos possibitasse tirar nosso sustento única e exclusivamente […]

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->25 anos de encontros 14: Sergio Pena e o cinema instântaneo

          Sergio Pena é diretor de teatro e se tornou um dos mais conhecidos preparadores de elenco do cinema brasileiro, depois de sua retomada. Trabalhou com direção de elenco de filmes como “Bicho de sete cabeças”e “Chega de saudades” ( ambos dirigidos pela Laís Bodanski),”Carandiru”(Hector Babenco), “Batismo de sangue” ( Helvécio Ratton), “Não por acaso […]

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->25 anos de encontros 13: Paulo José

Não há dúvida de que tem horas que é preciso sorte. Até mesmo para um ato banal como atravessar uma rua, é preciso um pouco de sorte. Sorte grande, enorme, nós do Grupo Galpão tivemos quando cruzamos nosso destino com Paulo José. Foi um encontro fundamental para o nosso teatro, mas também, e principalmente, para […]

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->25 anos de encontros 12: grupos de teatro

O Galpão sempre se imaginou um grupo, onde tudo era decidido e realizado por um corpo coletivo e o resultado era sempre o esforço de um grupo de atores e não de uma soma de individualidades. Ainda que a compreensão do que isso signifique tenha se alterado e, de certa maneira, se ampliado, tal princípio de […]

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->25 anos de encontros 11:Ulysses Cruz

ANOS DE ENCONTROS: ULYSSES CRUZ  Como diria Nelson Rodrigues, mais importante que o aplauso é a vaia.Ou, em outras palavras, nada mais significativo que o fracasso. Isso, é claro, se você consegue sobreviver ao fundo do poço, e volta a imergir com as energias renovadas.Foi o que aconteceu, em certo sentido, na já amplamente relatada […]

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