Close
Exit


Chico Pelúcio

Nascido em 1959, viveu até os 16 anos em Baependi, interior de Minas Gerais. Em 1975, veio para Belo Horizonte. Ingressou no curso de Administração na PUC MG e um ano depois em Economia na UFMG. Sob direção de João Machado Gontijo, atuou pela primeira vez em teatro em “Murro em Ponta de Faca”, no curso de comunicação da PUC. Em 1981, ainda sob a liderança de João Machado e junto a muitos parceiros, participou da criação da Associação Galpão, que posteriormente foi usada para criação do Grupo Galpão.

Em 1983, depois de formado em Administração, mudou-se para Londres. Lá fez curso de clown e junto com o amigo inglês Rick Vick apresentou-se nas ruas da França, Bélgica e Inglaterra. Em 1984, Chico retorna ao Brasil e em Baependi cria o Grupo Cataguá de Teatro. Em Belo Horizonte cria o projeto “Lápis de Cena”, levando milhares de crianças para assistir ao espetáculo “De Olhos Fechados” do Grupo Galpão. Nesse meio tempo faz uma substituição de emergência em “E a Noiva Não Quer Casar”, também do Galpão. Esses dois encontros com a trupe foram definitivos na trajetória do artista, que desenvolveu habilidades como ator, diretor, gestor/produtor e iluminador, acumulando prêmios. Além do Galpão, Pelúcio dirigiu diversas companhias, entre elas, Cia Burlantins, Circo Roda, Cia La Mínima de SP, Ópera “Redenção pelo Sonho” de Tim Rescala do RJ, Camaleão Grupo de Dança, entre outros.

Em 1998 lidera a concepção, criação e inauguração do Centro Cultural Galpão Cine Horto onde até hoje ocupa a função de coordenação geral da casa. Ainda na área de produção e gestão cultural participou da concepção e da coordenação geral dos dois primeiros Festivais Internacionais de Teatro de Rua de Belo Horizonte – FIT BH. Depois de concluir o curso de especialização em cinema no IEC PUC Minas, Pelúcio dirigiu dois curtas e um longa, documentários, e atuou em diversos filmes. Em 2005 e 2006, esteve à frente da presidência da Fundação Clóvis Salgado, do Palácio das Artes. Em 2015 publica, em parceria com Romulo Avelar, o livro “Do Grupo Galpão ao Galpão Cine Horto: uma experiência de gestão cultural”.

Go top