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O Galpão se constitui como um grupo de atores que realiza o teatro de pesquisa. Durante sua trajetória sempre convidou diferentes diretores para as montagens. A linguagem de trabalho da trupe é resultado de uma série de encontros com Fernando Linares, Paulinho Polika, Eid Ribeiro, Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Ulisses Cruz, Paulo de Moraes, Yara de Novaes, Jurij Alschitz, Marcio Abreu e tantos outros.

Os encontros com grupos e movimentos teatrais espalhados pelos quatro cantos do país também foram fundamentais para a formação do jeito de ser do Galpão. Desde a sua formação, a companhia sempre buscou as raízes do teatro popular e de rua. Hoje é um dos grupos que mais circula pelo país conseguindo chegar a todas as regiões do Brasil, além de ter se apresentado em diversos países da Europa, EUA, Canadá e América Latina.

Teuda Bara, Eduardo Moreira, Wanda Fernandes e Antonio Edson se encontraram nas oficinas de teatro dos alemães Kurt Bildstein e George Froscher, do Teatro Livre de Munique. Um dia antes de iniciarem a montagem de “E a noiva não quer casar”, Teuda, Eduardo, Wanda e Fernando Linares decidiram, numa mesa de bar, organizar-se jurídica e […]

Período de muito trabalho e pouco dinheiro, condição que ameaçava constantemente a estabilidade do grupo e a perseverança em manter-se fazendo teatro e vivendo exclusivamente dele. Com a criação de “Ó pro cê vê na ponta do pé” e “A comédia da esposa muda”, o grupo ganhava Minas Gerais e começava a excursionar pelo Brasil, […]

Após voltar de uma longa excursão pela Itália, onde se encontraram com Grotowski e Peter Brook, o grupo decidiu criar estruturas mais sólidas e permanentes, organizando arquivos e documentos e, sobretudo, se fixando numa sede própria. Com recursos próprios adquiriram um antigo depósito de madeira, em um bairro tipicamente residencial de Belo Horizonte, o Sagrada […]

A história do Grupo Galpão, até aqui, como definiram os próprios atores, “foi um processo lento, fervido em banho-maria, e cujos frutos só puderam ser colhidos depois de um intenso trabalho de semeadura e irrigação”. Com “Álbum de Família”, texto de Nelson Rodrigues, a colheita estava apenas começando. A montagem ampliava a presença do grupo […]

Depois de dois anos viajando pelo Brasil e por países da Europa e América Latina com “Romeu e Julieta” e “A Rua da Amargura”, o Galpão resolveu montar um novo espetáculo mesclando teatro, circo e música. Decidiu-se pelo encontro com Molière, tanto pela identificação com o seu caráter popular quanto pela impiedosa crítica à hipocrisia […]

Na virada do século, o Galpão começava o ano com um convite para se apresentar no “Shakespeare’s Globe Theatre”, em Londres. “Romeu e Julieta” seria o primeiro espetáculo brasileiro a subir nesse palco para duas semanas de temporada. Os ingleses, amantes inveterados do teatro e, especialmente, de Shakespeare, lotavam todas as apresentações e o que […]

Após a tentativa frustrada de montar a ópera “Il pagliacci”, de Rugero Leoncavallo, com direção do suíço, Daniele Finzi Pasca, o Galpão decidiu fazer seu próximo espetáculo com direção interna. Começava assim uma série de workshops, nos quais integrantes do grupo dirigiam os próprios colegas de elenco, em cenas baseadas nos textos escolhidos pelos atores. […]

Depois de mais um espetáculo de grandes dimensões, como “Os Gigantes da Montanha”, que chegou a reunir quase 50 mil espectadores em seis apresentações, nas praças de Belo Horizonte, o Galpão repensa seus caminhos. Uma alternativa pensada foi a de ocupar espaços não convencionais, com uma estrutura mais simples e despojada. Com direção interna, dessa […]

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