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Júlio Maciel

Nasceu em Belo Horizonte, em 12 de janeiro de 1967. Aos 16 anos começou a estudar violão popular e depois clássico, na Fundação de Educação Artística.

Formou-se como ator no curso técnico do Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1989. Participou de espetáculos como “A Noite das Mal Dormidas”, com Ílvio Amaral, e “Noites Brancas”, com Jorge Emil. Indicado para substituir Rodolfo Vaz na montagem do Galpão “Álbum de Família”, foi aprovado nos testes, mesmo sem ter visto o espetáculo, e entrou definitivamente para o grupo, participando de vários espetáculos posteriores. Em 1995, fundou a Cia. Cínica de Artes Cênicas, responsável pelas montagens dos espetáculos “Catavento” e “Don Perlimplin”. Coordenou o projeto “Oficinão”, do Galpão Cine Horto, em 1999, 2001 e 2003. Dirigiu os espetáculos: “Caixa Postal 1500”, “Cães de Palha”, “A Vida é Sonho”, “In Memorian” e “Bendita a Voz Entre as Mulheres”. Assinou a dramaturgia do espetáculo “Papo de Anjo”, do projeto “Cine Horto Pé na Rua”.

Participou junto a Chico Medeiros, Tiche Vianna e Luís Alberto de Abreu, da oficina sobre processo colaborativo em Brasília. Colaborou nos espetáculos de dança “De Carne e Sonho” e “Do Lado Esquerdo de Quem Sobe”, da Mímulus Companhia de Dança. Júlio Maciel é o integrante mais jovem do Galpão e, em 2009, assinou pela primeira vez a direção de uma montagem do grupo, “Till, a saga de um herói torto”, espetáculo de rua, com texto de Luis Alberto de Abreu. Em 2013, dirigiu “Polissonografia”, da Companhia Cínica.

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