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MOSTRA GRUPO GALPÃO NÓS E OUTROS

Mostra Grupo Galpão com os espetáculos Nós e Outros, em Belo Horizonte | Direção: Marcio Abreu

NÓS
Data: 30 de maio a 2 de junho
Hora: Quinta e sexta | 20h
Sábado | 17h e 20h (sessão dupla)
Domingo | 19h

OUTROS
Data: 5 a 9 de junho
Hora: Quarta a sábado | 20h
Domingo | 19h

Às sextas-feiras haverá sessão com interpretação em libras

Local: Teatro Francisco Nunes | Avenida Afonso Pena, 1277 (Parque Municipal) – Belo Horizonte/MG
Ingresso: R$30 (inteira) | R$15 (meia)*
Info.: (31) 3277.6325

Ingressos antecipados à venda pela internet www.sympla.com.br/grupogalpao e no dia da apresentação, na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo, somente em dinheiro.

*Quem tem direito a meia-entrada?
– Estudante regularmente matriculado que apresentar a carteirinha com validade (boletos não serão aceitos)
– Menores de 21 anos
– Jovem de baixa renda com carteirinha que comprove
– Pessoa com deficiência e um acompanhante
– Idoso (maiores de 60 anos)

Funcionários da Petrobras e portadores do cartão com bandeira da empresa têm direito a 50% de desconto na compra de até dois ingressos, mediante comprovação (crachá funcional ou cartão).

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NÓS | Classificação indicativa: 16 anos | Duração: 90 minutos | Gênero: teatro contemporâneo

Enquanto preparam a última sopa, sete pessoas partilham angústias, algumas esperanças e muitos nós. A 23º montagem do Grupo Galpão debate questões atuais, como violência e intolerância, a partir de uma dimensão política. No espetáculo, a plateia é convidada a presenciar situações de opressão e de convívio com a diferença, provocadas pelas relações de proximidade entre artista e espectador, ator e personagem, cena e plateia, público e privado, realidade e ficção. O espetáculo foi gerado a partir de um mergulho radical na experiência do grupo, que completa 37 anos em 2019.

OUTROS | Classificação indicativa: 16 anos | Duração: 90 minutos | Gênero: teatro contemporâneo

OUTROS traduz teatralmente as inquietações contemporâneas resultantes do encontro do diretor Marcio Abreu com o Grupo Galpão. Trata do hoje, do momento em que vivemos e das questões que o tornam não mais viável. É um espetáculo sobre a construção da memória e o impacto do agora no porvir. Sobre a necessidade de ruptura com pensamentos e estruturas arraigadas que já não devem nos representar, mas sim abrir caminho para a possibilidade de novos horizontes, paisagens, reflexões. Em cena, a instabilidade desse momento transborda e vai além do que a palavra dá conta de expressar, reverberando nos corpos dos atores e das atrizes em cena, as inquietações, possibilidades e impossibilidades do hoje.

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