
nasceu em Belo Horizonte, em 1960. Em 1981, após uma rápida passagem pelo Teatro Universitário da UFMG, cursou teatro no Palácio das Artes formando-se no ano seguinte. Trabalhou com artesanato para se sustentar, freqüentou também o curso de balé do Palácio e começou a se profissionalizar como atriz no infantil “A Viagem do Barquinho” e em dois espetáculos adultos: "Brasil, Mame-o ou Deixe-o" e "Quando Fui Morto em Cuba". Em meados de 1985, Alysson Vaz a convidou para fazer uma substituição em "Foi Bom Meu Bem", peça de Luiz Alberto de Abreu e dirigida por Márcio Machado. Depois de três anos, e diversas excursões com esse espetáculo, Inês fez com Walmir José a comédia musical "Cais do Corpo". A parceria deu certo e juntos, atores e banda, fundaram em 1987 o Veludo Cotelê, "a maior banda de rock brega do mundo", que fez enorme sucesso na cidade e viajou por todo o país. Paralelamente, Inês produziu e atuou, com Amauri Reis e Dílson Mayron, "Casablanca", espetáculo premiado, dirigido por Iara de Novaes. Em março de 1992, participou de uma oficina com Gabriel Villela, em São Paulo, sobre a peça "Hoje é Dia de Rock". Depois deste trabalho, foi convidada por Gabriel para participar da montagem de "Romeu e Julieta", no Galpão. Em seguida participou de “A Rua da Amargura”, “Um Molière Imaginário”, “Partido”, “Um Trem Chamado Desejo”, “O Inspetor Geral” e "Um Homem é Um Homem". No cinema, participou de “Vinho de Rosas”, “5 Frações de Uma Quase História”, “Outono” e “Tricoteios”. Na televisão participou do especial “A Paixão Segundo Ouro Preto” e da microssérie “Hoje é Dia de Maria” (I e II).
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