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Teuda Bara

Nasceu em Belo Horizonte, em 1941. Filha do major do corpo de bombeiros, Augusto Mário França Fernandes, que criara toda a família tocando trombone de vara, e de Helena Magalhães Fernandes, enfermeira, cantora e parodista, ela nunca frequentou nenhum curso de formação teatral. Aos 20 anos, Teuda estudava Ciências Sociais, na Universidade Federal de Minas Gerais, onde fazia teatro-jornal, junto ao Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. No terceiro ano, abandonou o curso e iniciou seu trabalho com o diretor Eid Ribeiro. Depois de fundar o grupo “Fulias Bananas” e de assistir à apresentação belo-horizontina de “Ensaio Geral do Carnaval do Povo”, seguiu para São Paulo para trabalhar com o diretor José Celso Martinez Corrêa. Um ano depois, retornou a Belo Horizonte se inscrevendo, no início de 1982, naquilo que seria o útero em que se formaria o Galpão: a oficina de teatro dirigida por dois membros do Teatro Livre de Munique, George Froscher e Kurt Bildstein.

Atriz e fundadora do Grupo Galpão, Teuda Bara, atuou na maior parte dos espetáculos do grupo. No início dos anos 2000 viveu entre o Quebec e Las Vegas para, a convite do renomado diretor Robert Lepage, participar do espetáculo “K.Á.”, do Cirque Du Soleil. De volta ao Brasil em 2007, retomou sua carreira pelos palcos e ruas brasileiros, ao lado do Galpão. Estreou, em 2015, a peça “Doida”, produção independente que ela própria encabeçou, e na qual divide a cena com seu filho Admar Fernandes. No cinema, atuou em filmes como “O Palhaço”, de Selton Mello, “La Playa  D.C”, produção franco-colombiana dirigida por Juan Andrés Arango e “As Duas Irenes”, de Fábio Meira (representante brasileiro no Festival de Berlim em 2017). Na televisão destacam-se suas participações na novela “Meu Pedacinho de Chão”, de Luiz Fernando Carvalho e na série “A Vila”, com Paulo Gustavo.

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